Quando pegamos a caneta para escrever, podemos mencionar o que quisermos, o papel aceita tudo, diz o ditado popular.
Portanto se seguirmos esse caminho, podemos escrever mentiras, difamar, enganar, iludir.
O papel aceita tudo e então podemos também fazer ao inverso, e ao invés de destilar veneno, podemos espalhar amor, emoção, gratidão, enfim, levar alento e satisfação para alguém.
O papel aceita tudo, portanto a escolha é nossa.
E tudo isso que mencionamos é possível porque o conteúdo do que escrevemos de uma forma ou de outra vai mexer no sentimento de alguém.
No entanto para escrever algo que vai a público temos que anular todo sentimento de maldade, e não podemos ter nenhum objetivo de grandeza, e sim escrever aquilo que é real, e sem fantasias, temos que saber que o caráter do indivíduo é a tinta que vai colorir o papel.
Portanto se escrevermos mentiras, ou simplesmente para querermos honras ou elogios, é o mesmo que destilar veneno em nosso corpo.
O papel aceita tudo mais o tempo e o destino não aceita o que fizermos de errado.
Nos grandes tribunais da vida se montam processos baseado na mentira para que o culpado saísse por inocente.
Os nossos políticos escrevem mentiras através de mensagens diplomáticas para esconder a corrupção que assola o país.
Muitas lideranças religiosas estão desfigurando a bíblia, transformando-a em folhetos, e livretos mudando o sentido daquilo que é espiritual, e fazendo comercio do que é sagrado.
E tudo isso por meios de tinta e papeis e ambição pela vida fácil.
Será que alguém que escreve mentira para esconder falcatruas, para enganar, difamar, ou para querer honras ou terem algum benefício ou simplesmente fazer comercio do que é sagrado, quando olha no espelho não consegue ver a podridão do seu interior?
E então meus amigos o que podemos dizer da vida?
Vamos deixar a maldade fazer um império em nossa mente?
Vamos escrever mentiras? Iludir, enganar, difamar? Fazer comércio daquilo que é sagrado?(Bíblia)
Para sermos felizes não precisamos destilar veneno, e sim espalhar
amor.
Um juiz na hora da morte foi interrogado por alguém que lhe fez a seguinte pergunta: se fosse lhe concedido um desejo o que o senhor pediria?
E o juiz respondeu que todos que condenei fossem libertos. Não sabemos quantos inocentes a caneta daquele juiz condenou.
Mais podemos dizer com certeza que o clamor dos que foram condenados, condenava aquele juiz, já em suas ultimas horas, portanto meus amigos, o papel aceita tudo, mais o tempo não apaga, e o destino não aceita nossos erros.